Relações Governamentais: as competências que o mercado exige

O que empresas como Uber, Facebook, Amazon, Netflix, Coca-Cola, Tim, WWF, Philips, P&G, Motorola e Latam Airlines exigem ao contratar seus lobistas?

Artigo originalmente publicado na revista Diálogos Irelgov outubro/2018.

As atribuições da atividade de Relações Governamentais, ou lobby, como é popularmente conhecida, podem parecer uma incógnita para muitas pessoas. Mas as empresas sabem exatamente o que deve ter um bom profissional. A descrição da ocupação do lobista é assim resumida pelo Ministério do Trabalho: “Atuam no processo de decisão política, participam da formulação de políticas públicas, elaboram e estabelecem estratégias de relações governamentais, analisam os riscos regulatórios ou normativos e defendem os interesses dos representados”.

Esse breve descritivo vem acompanhado de uma lista de nada menos que 91 competências relacionadas a esse profissional. Sua atuação vai desde participar da formulação de políticas públicas e analisar os riscos a definir estratégias de defesa de interesses. Como disse o colunista da IstoÉ, Celso Masson: “coisa para super-herói”.

Mas o que as empresas e as organizações exigem de competências e capacitação na hora de contratar esse profissional? É a essa pergunta que tentaremos responder neste artigo.

O objetivo é ter uma análise de quais são, e em que medida, as competências exigidas por quem contrata. Essa informação pode ser muito relevante para identificar onde o profissional tem mais defasagem e o que precisa aprimorar nesse complexo rol de habilidades. Ainda, para definir que cursos atendem mais ao seu caso específico na hora de decidir onde se capacitar.

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