10 dicas para aumentar a competitividade no mercado de trabalho

Com o mercado cada vez mais competitivo, estar preparado para enfrentar os desafios do dia-a-dia é mais do que um diferencial para profissionais de quaisquer áreas e ainda passou a ser indispensável para a sobrevivência no mundo corporativo. Além disso, se tornar mais competitivo é muito mais do que exibir conhecimentos técnicos, significa tomar uma série de decisões mirando o futuro profissional e na preparação adequada para os objetivos que almeja alcançar.

Diante disso, a Gerente Nacional de Carreiras do Ibmec, Fernanda Schröder Gonçalves, montou uma lista com dez dicas de como aumentar a competitividade no mercado de trabalho, a fim de ajudar o profissional a tomar certas medidas que o ajudarão a se manter motivado para buscar novos conhecimentos e o desenvolvimento de aptidões, tornando-se um profissional interessante pelo olhar das organizações.

1 – Autoconhecimento

Para fazer ser competitivo no mercado, o profissional precisa se conhecer, fazendo uma análise pessoal intensa, aberta e sincera sobre si mesmo para saber quais são suas forças e fraquezas, e quais são as ameaças e oportunidades existentes em seu mercado de atuação. Mediante o resultado dessa reflexão, deve-se procurar saber quais fraquezas deve aprimorar e que forças aperfeiçoar para poder atingir os objetivos almejados.

2 –  Informação do Mercado

O profissional deve sempre estudar as tendências de mercado, afinal é de suma importância sempre ler e perceber o direcionamento que o mercado está dando para sua atividade profissional. Novos mercados, novas tendências e novas tecnologias podem ser desvendados e transformar completamente o rumo de uma atividade profissional, determinando inclusive que o profissional se atualize rapidamente.

3 – Atualização

Para ser competitivo é necessário se manter atualizado com os assuntos relevantes a profissão que se está inserido. Algumas áreas exigem que se atualize quase que diariamente. O profissional deve ter uma visão generalista da sua atuação, mas também procurar se aprimorar em áreas mais específicas dentro de sua formação, identificando aquela com a qual tem mais interesse, afinidade e oportunidade. Um profissional desatualizado não é lucrativo para nenhuma empresa e mercado.

4 – Diferenciação

O profissional que quer ter a sua competividade em alta no mercado precisa se distinguir dos outros profissionais, em função das suas vantagens competitivas. É muito importante e até mesmo necessário agregar valor para o serviço ou trabalho que se oferece.  O mercado de trabalho é um ambiente altamente competitivo que resulta na necessidade de se destacar, mas de forma sustentável, demonstrando e apresentando os seus diferenciais.

5 – Adaptação 

Ter a capacidade de adaptação se refere à flexibilidade do profissional para lidar com mudanças, imprevistos e incertezas. O ideal é que se esteja sempre preparado, diversificando os conteúdos aprendidos em diferentes áreas para que assim possa agregar e entregar resultado para o desenvolvimento do próprio profissional e do mercado e empresa no qual ele está inserido.

6 – Inovar

A competitividade no mercado também está muito relacionada a inovação e criatividade.  A inovação está na melhoria dos processos simples do dia a dia, ou seja, aperfeiçoar o que já é feito. O profissional que buscar inovar, acaba por desempenhar seu papel com um olhar crítico e questionador para avistar possibilidades de alteração naquilo que já é feito.  Ser inovador não é somente um talento, é uma competência que pode e deve ser desenvolvida.

7 – Networking

Cultivar e, sobretudo, desenvolver a rede de relacionamentos é uma ferramenta muito influente para a gestão de carreira de qualquer um, independentemente da área de atuação. O fortalecimento da construção de uma carreira é feita de “conexões” e não de apenas de contatos. A construção de alianças consiste em dar antes mesmo de pretender receber. A ideia é, ao invés de acumular contatos, devem-se construir pontes com o objetivo de estreitar laços e crescer em conjunto. Tudo é cíclico, um dia quem dá no outro pode precisar.

8 – Marketing Pessoal

Investir no Marketing Pessoal é investir na sua competitividade, pois se faz necessário o investimento na construção de uma identidade de forma a apresentar para o mercado um conjunto de ações e habilidades que visam promover a carreira com foco no destaque dos resultados e desempenho profissional com a finalidade de garantir maior visibilidade perante o mercado, mostrando os valores, as competências e os diferenciais competitivos. Não basta ser apenas um excelente profissional, o mercado precisa saber disso.

9 – Foco

Quando se tem um objetivo bem definido e coloca toda a sua energia focada nele, o resultado dessa dedicação acaba sendo satisfatório. Se o profissional coloca a sua energia em vários objetivos de carreiras divergentes ao mesmo tempo, seus esforços acabarão se dispersando e no final não verá seus esforços, metas e objetivos progredirem.

10 – Gerenciamento

O profissional deverá ficar atento com tudo que pode contribuir para o alcance dos seus objetivos, bem como analisar a sua trajetória profissional sempre com um olhar crítico, pois isso poderá lhe proporcionar uma visão mais ampla para alcançar os seus objetivos. O profissional deve sempre avaliar e revisar suas metas, buscando assim identificar os motivos de não ter conseguido conquistá-las, ou se conquistou deverá certificar-se que as próximas metas serão possíveis de se realizar. Uma boa gestão da carreira contribui para que o profissional busque suas aspirações de forma mais assertiva e evita consequências e investimentos de tempo, energia e dinheiro prejudiciais aos atingimentos dos seus objetivos de carreira, se tornando cada vez mais competitivo e desejado pelo mercado.