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Atualizado em
04/12/2025

Cada vez mais adotado na gestão interna das organizações, o intraempreendedorismo é uma ótima estratégia para inovar e manter a motivação dos colaboradores. Mas, o que é intraempreendedorismo, de fato e como aplicá-lo na rotina empresarial?
Com o empreendedorismo interno, é possível incentivar e utilizar os talentos dos próprios funcionários. Isto é, para uma boa gestão, é preciso que os colaboradores também atuem como empreendedores, com o intuito de crescer com a empresa.
A seguir, separamos as principais informações sobre o tema para que você possa adotar essa estratégia em sua empresa. Continue a leitura e confira!
O intraempreendedorismo consiste em incentivar práticas empreendedoras entre os funcionários da própria organização empresarial.
Para isso, é preciso buscar profissionais proativos, com habilidade criativa e com grande interesse em participar dos processos da organização.
Aplicando o que é intraempreendedorismo, os funcionários também se tornam responsáveis pelo crescimento do negócio, o que, por sua vez, os motiva a trabalhar e continuar inovando.
Imagine que, na rotina de trabalho, um de seus funcionários pense numa ótima estratégia para otimizar um determinado serviço. Mas, como ele não tem uma voz ativa na empresa, essa estratégia fica apenas no mundo das ideias.
Devido à falta de espaço, provavelmente esse funcionário não se sente valorizado, o que o desmotiva até mesmo na hora de realizar suas funções básicas.
Além disso, também há a possibilidade dele pegar essa ideia brilhante e abrir seu próprio negócio, tornando-se um eventual concorrente. Isso não parece muito benéfico para o seu negócio, não é mesmo?
Dessa forma, é preciso entender que o ato de empreender não é solitário. Você, enquanto empreendedor, precisa analisar o que é intraempreendedorismo e, a partir disso, incentivar o potencial de cada funcionário. Até porque ideias diversas são criadas por mentes diversas.
E é nesse sentido que o intraempreendedorismo age: instigando os colaboradores a atuarem como empreendedores e utilizando suas ideias plurais para inovar.
Muitas ferramentas e serviços que utilizamos no dia a dia partiram de intraempreendedores.
A Google, por exemplo, incentiva que seus colaboradores reservem um tempo para projetos pessoais. E foi assim que nasceu o Gmail.
O botão “curtir” do Facebook também é outro exemplo de o que é intraempreendedorismo, e ele nasceu de uma hackathon ou “maratona de programação”.
Mas ótimas ideias também podem surgir de “erros”. Esse é o caso do post-it. Na tentativa de criar um adesivo resistente para tecnologias aeroespaciais, um cientista da 3M acabou acidentalmente criando esse papelzinho que tanto utilizamos hoje.
Com essas simples (e essenciais) ferramentas, fica clara a importância de se aplicar o que é intraempreendedorismo e ficar atento aos talentos internos.
O que difere o intraempreendedor de um funcionário comum é a vontade de superar as expectativas. Desse modo, para desenvolver o empreendedorismo interno, o funcionário deve apresentar as seguintes características:
Assim, pode-se notar que o empreendedorismo interno busca um colaborador que sente que pode e quer fazer mais, seja criando, inovando ou gerindo processos.
Agora que você já sabe o que é o intraempreendedorismo e suas principais características, veja a seguir algumas formas de implementá-lo na sua empresa.
Antes de traçar uma estratégia para colocar em prática o que é intraempreendedorismo, é preciso entender como os seus colaboradores se sentem.
Eles estão satisfeitos? Eles têm dificuldades? Quais são as suas necessidades no momento? Essa pesquisa inicial te ajudará a delimitar quais são as principais questões internas da empresa e por onde você deve partir.
Esqueça aquela ideia de uma forte hierarquia entre chefe e funcionários. Crie, assim, um espaço em que seus colaboradores tenham voz ativa na tomada de decisões, no planejamento das ações e no desenvolvimento de ideias.
Nesse caso, o brainstorming é uma ótima alternativa para debater e desenvolver novas propostas.
Dar liberdade aos funcionários auxilia muito na produtividade. Isso porque a rotina de trabalho pode ser maçante, não sobrando tempo para inovar. A Google, por exemplo, utiliza a lei de Pareto 80/20, que consiste em reservar 20% do tempo de trabalho para projetos pessoais.
Para ter funcionários eficientes e com capacidade de inovação, é essencial investir em educação. Para isso, você pode promover palestras, cursos, workshops, dentre outras opções de capacitação.
O estímulo financeiro é outro ponto muito importante para manter um funcionário motivado. Participando dos lucros da empresa, o colaborador se sente valorizado, atuando com mais entusiasmo nos projetos da organização.
Portanto, fica claro que não há possibilidade de inovação se o empreendedor não adotar estratégias que valorizem e reconheçam seus próprios profissionais. Na verdade, a efetiva inovação começa pelas estratégias tomadas internamente.
Após ter entendido o que é intraempreendedorismo, o que acha de compartilhar com seus colegas de trabalho?